Dossiê do parlamentar
Um perfil completo: para onde mandou verba, quanto, para quem, e o que chama atenção. Tudo em uma página.
Num só lugar: para onde os parlamentares mandam verba, quem recebe do outro lado e onde os números não fecham. Você faz a pergunta — a resposta já vem montada, em português claro.
Só com informação pública — reunida e cruzada como ninguém tinha feito.
Todos os partidos com bancada na Câmara e os senadores já estão no radar — bilhões em emendas mapeados. A cada rodada, a base ganha profundidade: novos anos e novas camadas de análise.
Cobertura nacional: 24 partidos e o Senado — e a base cresce a cada atualização.
Empresas, sócios e parlamentares numa só rede viva. O sistema acende em vermelho quando o dinheiro público chega a quem não deveria — seguindo o elo que passa batido numa planilha.
Tudo o que importa sobre o uso do dinheiro público, organizado para quem não é da área — pronto para ler, cruzar e levar adiante.
Um perfil completo: para onde mandou verba, quanto, para quem, e o que chama atenção. Tudo em uma página.
Em que estados e por quais partidos o dinheiro se concentra. Filtre por período e compare.
O sistema levanta a mão quando algo destoa do padrão. Você recebe o sinal já pronto para apurar.
De uma empresa, veja todos os donos e as outras empresas em que eles aparecem — e onde esses caminhos se cruzam.
Ranking de quem mais recebe da cota parlamentar, com o gabinete de origem. Descubra quem atende dezenas de deputados.
Onde cada parlamentar teve votos, até o nível de bairro — para cruzar com o destino do recurso.
Quem financiou a campanha e, depois, passou a receber verba pública. O elo que costuma passar batido.
Cada verba explicada em duas frases: para onde foi o dinheiro e o que merece um segundo olhar.
Leve o dossiê para uma planilha e siga a apuração fora da tela, do seu jeito.
Padrões que dificilmente aparecem a olho nu. Cada um é um ponto de partida para investigação — descrito pelo que significa, não por como é encontrado.
Empresa que recebe recurso público, mas cujo dono tem um perfil que não bate com o porte do negócio.
Empresa pequena demais para o tamanho do recurso que recebeu. O contrato não cabe na empresa.
Quem financiou a campanha e, em seguida, passou a receber verba indicada pelo mesmo político.
Empresa beneficiada que já foi penalizada ou está impedida de contratar com o poder público.
Funcionário de gabinete que também é sócio de empresa — possível conflito de interesse.
Um mesmo fornecedor atendendo dezenas de gabinetes ao mesmo tempo — concentração fora do comum.
Reforço eleitoral e destino de recurso apontando para o mesmo lugar.
Um punhado de favorecidos concentrando um volume incomum de recursos.
Para onde este deputado mandou verba — e quem recebeu do outro lado?
A empresa que recebeu tem dono de verdade, ou é só uma fachada?
Quem bancou a campanha está lucrando com dinheiro público agora?
Um mesmo fornecedor está "colado" em vários gabinetes ao mesmo tempo?
O recurso caiu justamente onde o parlamentar tem seus votos?
O Hub está em expansão. Estas frentes já estão desenhadas e entram em breve.
A trajetória de verbas, contratos e sinais ao longo do mandato, em ordem.
Lado a lado: quem destina mais, para onde, e com quantos sinais de alerta.
Acompanhe o dinheiro até a ponta — a prefeitura que de fato recebeu.
Contratos do governo federal somados ao retrato de cada favorecido.
Novos sinais para gastos e contratações que pedem um olhar extra.
Escolha um parlamentar ou uma empresa e seja avisado quando um novo sinal surgir.
Nada de sigilo bancário, fiscal ou dado protegido. Tudo o que mostramos é aberto — só que ninguém tinha juntado.
Cada alerta é um ponto de partida para apuração, jamais uma condenação. O julgamento é sempre humano.
Dados pessoais são minimizados. Mostramos o suficiente para investigar — não para expor ninguém.
Abra um dossiê, siga um sinal, exporte o que achar. A apuração começa com uma pergunta.